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Há terapeutas para todos os gostos
Há uns meses atrás, tive um desafio peculiar com uma consulta. Um paciente apressado enviou-me um email, precisava de uma consulta com urgência, vinha por recomendação de outro paciente. Só podia num determinado dia, disse-lhe que nesse dia tinha agenda muito preenchida e que não iria estar na cidade na qual ele queria consulta, mas sim noutra. Pediu-me para ajustar a minha agenda precisava mesmo da consulta. Acedi, falei com outros pacientes, reduzi a minha hora do almoço e encaixei a consulta dele. Combinámos tudo por email, no dia da consulta de manhã enviei-lhe uma mensagem a relembra a hora e local da mesma. Confirmou-me a sua presença. Há hora marcada não apareceu, esperei 15 minutos, liguei. Atendeu o telefone e fingiu que não tinha marcado nenhuma consulta, que era engano. Fiquei passada, não tenho outra palavra.
Continuei as minhas consultas do dia.
Nessa noite não dormi bem.
No outro dia de manhã resolvi enviar-lhe um email a informar que eu não era a terapeuta que ele procurava, sou muito comprometida com o meu trabalho, com os meus pacientes, mas que existem outros profissionais no mercado que ele poderia consultar.
Respondeu imediatamente ao email, nunca se desculpou, nunca se identificou com o que se tinha passado na véspera, mas sentiu-se retratado no email, dizendo-me que garantidamente eu não era a terapeuta que ele procurava e que não me admitia tal julgamento, porque ele é que decidia quem era terapeuta para ele ou não.
Depois percebi que eu não ouvi os sinais primários, logo no primeiro email em que precisava e tinha que ser naquele dia.
Resumindo, a vida dá sinais e mostra caminhos, estivesse eu atenta e tinha evitado uma hora do almoço encurtada, alterações nas vidas de outras pessoas, uma noite mal dormida e emails trocados. Vivendo e aprendendo…
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